quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Chuta que é macumba!

Crianças, contarei os últimos três dias da minha vida.

Segunda


Acordo ao meio dia com uma puta dor de cabeça. Vou tomar banho, quando entro no box, piso em falso e torço o pé.
Depois do banho, vou me arrumar. Pego meu Ray-ban pra limpar e quando encosto naquela cosinha que fica no nariz, a coisinha quebra. E eu não consigo achar meus outros óculos, daí segue o dia com todo o sol batendo no meu olho sensível por causa da dor de cabeça.
Saído do apartamento, chamo o elevador. Entro. Fico preso por uns 5 minutos entre os andares 7 e 6.
Chego na Liberdade, vou numa universidade lá, uma notícia boa e volto pro metrô. Me perco; me acho numa ladeira enorme e sem fim. Subo-a toda (com o pé doendo), quando acho a estação do metrô, descubro que não era a que eu pretendia ir. Eu andei de uma estação a outra. A pé. Na ladeira. Com o pé latejando.
No metrô, descubro que minha blusa estava pelo avesso. Tiro pra consertar e levo um esporrinho do guardinha, que me disse que não pode ficar sem camisa no metrô.
Desço na Paulista e pego um ônibus pro Senac da Consolação. 5668792756674 horas de engarrafamento na Paulista e chego no Senac. Lá, a gente tem que fazer um pré-cadastro para poder entrar. Com a nossa digital. Pra quem não sabe, eu não TENHO digital!!! Nenhuma máquina consegue ler minhas digitais sem muitas tentativas. Daí fico eu na maquinhinha pra sempre enfiando o dedo no negócio. Entra gente, sai gente, e eu enfiando o dedo no negócio. Enfim, consegui.
Lá eu pego uma senha. Espero duas horas em pé (lembrem-se do meu pé) porque não tinha lugar para sentar. Quando sou atendido, meu problema não é resolvido.
Pego ônibus de volta pra Paulista. Na Paulista pego um ônibus na Augusta, pra casa. Ônibus na Augusta lê-se, "ponto de descida longe da minha casa". E o pé doendo...
Chego em casa, tomo banho, choro, tomo um Dramin, e durmo até o dia seguinte feliz e contente.

Terça


Foi mais leve. Pego ônibus pra Paulista. De lá, pro Senac da Consolação. 7878783990682645 horas no engarrafamento. Chego no Senac, nada resolvido DE NOVO. Volto pra casa e como até morrer.

Quarta


Chego do Bar 8. Cedo, antes das 2h30am. Às 6h acordo com a maior sede do mundo. Vou pra cozinha pegar água. Paro em frente do filtro com minha garrafinha sendo enchida. De repente, tudo fica preto e eu desmaio. Assim, do nada!!! Bato com a cabeça na quina da mesa e ralo o joelho. Sorte minha que o desmaio foi momentâneo e eu logo levantei e fui pro quarto. Depois voltei à cozinha umas duas vezes pra dar um jeito nela e ninguém reparar que alguém caiu ali, porque eu tirei o fogão do lugar, molhei a pia toda e perdi minha garrafinha d'água.
DETALHE IMPORTANTE: Eu não desmaiei por causa do álcool, porque eu não estava bêbado nessa hora. Eu desmaiei porque eu me desidratei. Porque confesso que não tenho bêbido muita água aqui, porque o filtro daqui é muito lerdo e eu tenho muita preguiça de ficar em pé esperando a garrafinha encher (se o filtro fosse rápido, não teria dado tempo de eu desmaiar ¬¬)




Agora beijos. Já tá bom.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

USP

Não foi dessa vez.

[e nem sei se quero mais]

That's weird!

A normalidade com que ela encarou a situação me deixou confuso. O que era aquilo? Uma reação forçada para parecer cabeça aberta, talvez... não sei. Me deixou confuso.
Detesto me meter com meus pensamentos confusos. E agora o climão! Mas apenas por minha parte, será? Gostaria que fosse, mas a normalidade foi estranha o suficiente para eu achar que tem climão pela outra parte.
Enquanto isso, a terceira pessoa parece não saber de nada. Porém, estranhamente, tem se relacionado mais comigo. Hoje me chamou para comer pão, falou meu nome tão alto que até tomei um susto.
...
Não gosto do jeito que ela me trata. Hoje fui pôr roupa na máquina, pedi para que me ensinasse. Me ensinou. Mas depois ela voltou à máquina e fez alguma coisa e não me disse o que era. Faz almoço e me chama para comer. Não quer dividir o supermercado. E me pediu desculpa por uma coisa que eu fiz errado. Não foi bem errado, precipitado talvez, impensado. Eu não conhecia as regras, ninguém me disse os meus direitos. Estava às escuras e fiz o que achei que não era grande coisa diante do que eu havia vendo por aqui.
E agora, de volta ao climão.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Intenção

Embebedá-lo. Levá-lo para o meu quarto, então transar loucamente a noite inteira.
De manhã, acordá-lo com um café da manhã na cama e um pedido de casamento.
Depois do pedido aceito, nos casamos à tarde. No fim do dia, nos mudamos para um canto nosso.
Vivemos dois anos fazendo dinheiro e no terceiro, gastamos tudo na Europa.