No ônibus a vejo entrar; gordinha da barriga dura. Sua cara rechonchuda me chama atenção, pois nela eu vejo a Moranguinho (toda cheia de pintinhas pretas na maçã do rosto).
Não consegue parar quieta; sentada ao lado de um semi-careca, ela vira para um lado, vira para o outro enquanto chupa uma imitação azul de sacolé.
Ao esvaziar do ônibus, ela se aventura a procurar um outro lugar mais à frente. Chega no lugar escolhido, senta, e percebe que pelo seu físico, aquele lugar não será confortável. Levanta e ao lugar de origem retorna.
Ao retornar, uns coleguinhas a perguntam: O que foi, Bolachinha?; ela os olha com desdém, ainda chupando seu sacolé azul, a olhá-los continua.
Não consegue parar quieta; sentada ao lado de um semi-careca, ela vira para um lado, vira para o outro enquanto chupa uma imitação azul de sacolé.
Ao esvaziar do ônibus, ela se aventura a procurar um outro lugar mais à frente. Chega no lugar escolhido, senta, e percebe que pelo seu físico, aquele lugar não será confortável. Levanta e ao lugar de origem retorna.
Ao retornar, uns coleguinhas a perguntam: O que foi, Bolachinha?; ela os olha com desdém, ainda chupando seu sacolé azul, a olhá-los continua.
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